{"id":62,"date":"2012-06-16T00:40:25","date_gmt":"2012-06-16T03:40:25","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.brelaz.com.br\/?p=62"},"modified":"2012-07-11T01:42:49","modified_gmt":"2012-07-11T04:42:49","slug":"discussao-sobre-os-textos-da-mesa-4-do-elam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/?p=62","title":{"rendered":"Discuss\u00e3o sobre os textos da mesa 4 do ELAM"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_130\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/artigo-elam.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-130\" class=\"size-medium wp-image-130\" title=\"artigo-elam\" src=\"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/artigo-elam-300x78.jpeg\" alt=\"ELAM - mesa 4\" width=\"300\" height=\"78\" srcset=\"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/artigo-elam-300x78.jpeg 300w, https:\/\/blog.brelaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/artigo-elam-1024x269.jpeg 1024w, https:\/\/blog.brelaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/artigo-elam.jpeg 1185w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-130\" class=\"wp-caption-text\">Copiado de <a href=\"http:\/\/metodologiaci.blogspot.com.br\/p\/elam-mesa-04.html\">metodologiaci.blogspot.com.br<\/a>.<\/p><\/div>\n<p>Provavelmente muitos estudantes de Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o sentem dificuldade em escrever algo sobre os textos publicados pela mesa 4 do Encontro Latino Americano de Mulheres (ELAM), que tinha o tema &#8220;Acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero&#8221;\u00a0(<a title=\"ELAM - mesa 04 em Metodologia em CI (por Andr\u00e9 Lopez)\" href=\"http:\/\/metodologiaci.blogspot.com.br\/p\/elam-mesa-04.html\" target=\"_blank\">veja aqui<\/a>\u00a0o post no blog do prof. Andr\u00e9 Lopez). Talvez a abordagem da autora Carolina Stanisci quando sugeriu &#8220;tratar a informa\u00e7\u00e3o complexa de forma mais simples&#8221; (Stanisci, 2012) tenha sido o que chamou mais aten\u00e7\u00e3o para um leitor que tenha sentido uma falta de est\u00edmulo ou para um estudante da Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o tenha encontrado especificamente o seu assunto de interesse nos demais textos publicados. Todos os textos, incluindo de autoria do prof. Andr\u00e9 Porto Ancona Lopez e Darcilene Sena Rezende, possuem um aspecto bastante social, o que n\u00e3o \u00e9 surpresa alguma para os que estudam uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o classificada academicamente como parte da \u00e1rea de conhecimento das Ci\u00eancias Sociais.<\/p>\n<p>Entretanto existe uma discuss\u00e3o sobre essa classifica\u00e7\u00e3o. Alguns autores conhecidos no campo da Biblioteconomia e Arquivologia prop\u00f5e-se a discutir os termos Informa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o com uma abordagem voltada para uma necessidade social (WERSIG; NEVELING, 1975). Por\u00e9m, outros autores se preocupam com elementos mais fundamentais nessa discuss\u00e3o como a import\u00e2ncia do conceito de\u00a0<em>informa\u00e7\u00e3o<\/em>. O professor de Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o na Escola de Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o, Comunica\u00e7\u00e3o e Estudos Bibliotec\u00e1rios da Rutgers University, Nicholas . J. Belkin, por exemplo, cita alguns autores que questionam a dificuldade de se formular um conceito devido aos diferentes contextos em que o termo \u00e9 utilizado (BELKIN, 1978). De acordo com este autor, alguns defendem uma defini\u00e7\u00e3o voltada para a ci\u00eancia cl\u00e1ssica e outros possuem diferentes pontos de vista sobre o conceito. Belkin conclui que cada autor possui argumentos incompletos e orientados a um prop\u00f3sito espec\u00edfico.<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o sobre o conceito fundamental do que \u00e9 a informa\u00e7\u00e3o prevalece entre os autores da Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o (FLORIDI, 2004). Alguns dos problemas elencados pelo fil\u00f3sofo italiano Luciano Floridi em 2004 sobre a Informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o particularmente observados considerando a possibilidade da natureza da Informa\u00e7\u00e3o estar no n\u00edvel ontol\u00f3gico. A autora Marcia Bates (1999) tamb\u00e9m apresenta tr\u00eas grandes quest\u00f5es na Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o: uma Quest\u00e3o F\u00edsica (Quais as caracter\u00edsticas e leis do universo da informa\u00e7\u00e3o?), uma Quest\u00e3o Social (Como as pessoas relacionam, buscam e usam a informa\u00e7\u00e3o?) e uma Quest\u00e3o Estrutural (Como o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o pode ser mais r\u00e1pido e eficaz?).<\/p>\n<p>A abordagem desses \u00faltimos autores em buscar conceitos fundamentais importantes para o progresso dessa Ci\u00eancia demonstra uma preocupa\u00e7\u00e3o mais abrangente entre os pesquisadores. Essa abrang\u00eancia pode ser justificada devido \u00e0 \u201cnatureza interdisciplinar\u201d da Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o observada pelo engenheiro e Cientista da Informa\u00e7\u00e3o Tefko Saracevic, pois os problemas relacionados com a Informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o poderiam ser abordados dentro de uma \u00fanica \u00e1rea da atividade cient\u00edfica (SARACEVIC, 1996).<\/p>\n<p>Na Universidade de Bras\u00edlia (UnB), a Arquitetura da Informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um campo de estudo inserido na Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o que busca algumas quest\u00f5es fundamentais. Este campo de estudo foi inserido posteriormente \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o e foi inclu\u00eddo na linha de pesquisa da Organiza\u00e7\u00e3o da Informa\u00e7\u00e3o. Alguns docentes observam a P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o como um curso que veio da Biblioteconomia e Arquivologia. J\u00e1 os pesquisadores da Arquitetura da Informa\u00e7\u00e3o argumentam que a Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma \u00e1rea de pesquisa mais ampla, assim como os \u00faltimos autores descritos anteriormente. Essa postura aparentemente tamb\u00e9m provoca uma discuss\u00e3o entre os docentes da UnB: a Arquitetura da Informa\u00e7\u00e3o (AI) faz ou n\u00e3o parte da Faculdade de Ci\u00eancias da Informa\u00e7\u00e3o (FCI) da UnB?<\/p>\n<p>Os argumentos de quem sugere que a AI n\u00e3o deveria fazer parte da FCI normalmente envolve o surgimento do curso a partir da biblioteconomia e arquivologia como descrito anteriormente, mas talvez o argumento mais forte esteja nos textos de autores renomados que descrevem o in\u00edcio da Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o a partir de uma &#8220;explos\u00e3o&#8221; de artigos e documentos cient\u00edficos na d\u00e9cada de 60 que levou aos documentalistas e bibliotec\u00e1rios a estudar uma nova Ci\u00eancia para suprir essa demanda. O psic\u00f3logo e cientista da informa\u00e7\u00e3o Harold Borko, por exemplo, descreve a situa\u00e7\u00e3o encontrada na \u00e9poca, onde o Instituto de Documenta\u00e7\u00e3o Americana mudou seu nome para Sociedade Americana para Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por outro lado, os que sugerem que a AI deve fazer parte da FCI observam quest\u00f5es mais elementares que emergem do objeto de estudo desta Ci\u00eancia: a Informa\u00e7\u00e3o. Os argumentos s\u00e3o baseados em autores tamb\u00e9m renomados que exploram essa caracter\u00edstica interdisciplinar. Os 18 problemas elementares sobre o conceito de informa\u00e7\u00e3o apontados pelo Floridi (2004) e que foram revisados recentemente pelo psic\u00f3logo, cientista pol\u00edtico e cientista da informa\u00e7\u00e3o Wolfgang Hofkirchner (2011) s\u00e3o exemplos dessas quest\u00f5es que preocupam esses pesquisadores. A Teoria Unificada da Informa\u00e7\u00e3o proposta por Hofkirchner (1999) aponta uma necessidade de integrar todas as teorias que buscam o conceito de\u00a0<em>informa\u00e7\u00e3o<\/em>\u00a0em um \u00fanico conceito gen\u00e9rico de informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Arquitetura da Informa\u00e7\u00e3o parece estar alinhada com o estudo das quest\u00f5es mais elementares desta \u00e1rea do conhecimento, pois busca a defini\u00e7\u00e3o da Informa\u00e7\u00e3o em sua ess\u00eancia. Por\u00e9m, isso n\u00e3o significa que o aspecto social n\u00e3o esteja inserido no contexto da Arquitetura da Informa\u00e7\u00e3o. Existem diversos trabalhos que buscam melhorar o entendimento humano sobre certos aspectos que poderiam estar associados a um problema social. Pensando-se em um contexto mais limitado a uma organiza\u00e7\u00e3o, por exemplo, poder-se-ia sugerir um estudo sobre o entendimento de analistas de requisitos em rela\u00e7\u00e3o ao gestor da informa\u00e7\u00e3o. Ou ainda poder-se-ia abordar toda uma Organiza\u00e7\u00e3o da Informa\u00e7\u00e3o nesta Organiza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de uma metodologia baseada na Arquitetura da Informa\u00e7\u00e3o. Alguns frutos j\u00e1 foram criados a partir desta perspectiva, como o m\u00e9todo MAIA proposto pelo analista de sistemas e cientista da informa\u00e7\u00e3o Ismael Costa (2009) em sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado.<\/p>\n<p>Minha conclus\u00e3o a partir desta perspectiva \u00e9 que a quest\u00e3o social parece estar ligada a uma consequ\u00eancia de um estudo baseado na Arquitetura da Informa\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o parece ser o foco ou o objetivo principal. Isso n\u00e3o impede que a Arquitetura da Informa\u00e7\u00e3o esteja fora de um contexto de Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o se identifica com caracter\u00edsticas de uma Ci\u00eancia Social. Em meu projeto, por exemplo, eu trato de quest\u00f5es filos\u00f3ficas sobre a ess\u00eancia do que se trata a informa\u00e7\u00e3o utilizando uma Ci\u00eancia Natural. A consequ\u00eancia (bastante a posteriori) desse estudo talvez seja algo voltado para tecnologia, sugerindo-se ent\u00e3o que esta pesquisa possa se identificar com as palavras do texto do prof. Andr\u00e9 Lopez e da Darcilene Rezende:<\/p>\n<blockquote><p>Hoje, o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o relaciona-se \u00e0 explora\u00e7\u00e3o das potencialidades dadas pelas novas tecnologias e meios de comunica\u00e7\u00e3o (TICs) e seu uso, com vistas \u00e0 democratiza\u00e7\u00e3o do conhecimento, em uma perspectiva transformadora da sociedade, buscando a redu\u00e7\u00e3o das desigualdades. (LOPEZ, 2012)<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS:<\/strong><\/p>\n<p>BATES, M. J. The invisible substrate of information science.\u00a0<strong>Journal of the American Society for Information Science<\/strong>, v. 50, n. 12, p. 1043\u20131050, October 1999.<\/p>\n<p>BELKIN, N. J.\u00a0Information concepts for information science.\u00a0Journal of Documentation,\u00a0v. 34, n. 1, p. 55-85, mar. 1978.<\/p>\n<p>BORKO, H. Information science: what is it?.\u00a0<strong>American Documentation<\/strong>.\u00a0v. 19, n.1, p. 3-5,\u00a01968.<\/p>\n<p>COSTA, I. de M.\u00a0<strong>Um m\u00e9todo para arquitetura da informa\u00e7\u00e3o<\/strong>: fenomenologia como base para o desenvolvimento de arquiteturas da informa\u00e7\u00e3o aplicadas. Bras\u00edlia, DF: FCI, 2009. Originalmente apresentada como disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, Universidade de Bras\u00edlia, 2009.<\/p>\n<p>FLORIDI, L. Open problems in the philosophy of information. Metaphilosophy, v. 35, n. 3, april 2004. LE COADIC, Y. F. A Ci\u00eancia da informa\u00e7\u00e3o. 2a ed. Bras\u00edlia: Briquet de Lemos, 2004.<\/p>\n<p>HOFKIRCHNER, W. (Ed.). The quest for a unified theory of information, v. 13 [de]\u00a0<strong>World futures general evolution studies<\/strong>. Viena, Austria: Gordon and Breach Publishers, 1999.<\/p>\n<p>HOFKIRCHNER, W.; CRNKOVIC. Floridi&#8217;s &#8220;open problems in philosophy of information&#8221;, ten years later, v. 13 [de]\u00a0<strong>World futures general evolution studies<\/strong>. Viena, Austria: Gordon and Breach Publishers, 2011.<\/p>\n<p>LOPEZ, A.\u00a0ELAM &#8211; mesa 04. In: LOPEZ, A.\u00a0<strong>Metodologia em Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o<\/strong>. Bras\u00edlia, 2012. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/metodologiaci.blogspot.com.br\/p\/elam-mesa-04.html&gt;. Acesso em 16 jun. 2012.<\/p>\n<p>SARACEVIC, T. Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o: origem, evolu\u00e7\u00e3o e rela\u00e7\u00f5es.\u00a0<strong>Perspectivas em Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o<\/strong>, Belo Horizonte, v. 1, n. 1, p. 4-62, jan.\/jun. 1996.<\/p>\n<p>Stanisci, C. Descomplicar. In: LOPEZ, A.\u00a0<strong>Metodologia em Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o<\/strong>. Bras\u00edlia, 2012. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/metodologiaci.blogspot.com.br\/p\/elam-mesa-04.html&gt;. Acesso em 16 jun. 2012.<\/p>\n<p>WERSIG, G.; NEVELING, U. The phenomena of interesting to\u00a0information science.\u00a0<strong>Information Scientist<\/strong>, v.9, n.4, p. 127-140, Dec. 1975.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exerc\u00edcio de Metodologia da CI (prof. Andr\u00e9 Lopes) para o Mestrado na UnB. A discuss\u00e3o foi sobre a mesa 4 do Encontro Latino Americano de Mulheres (ELAM), onde o tema foi &#8220;Acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero&#8221;. O exerc\u00edcio proposto seria elaborar uma pequena reflex\u00e3o livre sobre a tem\u00e1tica discutida, sob a \u00f3tica da Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o, problematizando quest\u00f5es espec\u00edficas do pr\u00f3prio projeto de pesquisa. <a href=\"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/?p=62\">Continuar lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[20,21,19,6],"class_list":["post-62","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-metodologia-da-ci","tag-ciencia-da-informacao","tag-ciencia-social","tag-informacao","tag-mulher"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/62","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=62"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/62\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":64,"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/62\/revisions\/64"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=62"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=62"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.brelaz.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=62"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}